Santa Missa : A celebração do Sacrifício Perfeito

quinta-feira, 27 de março de 2014

A casa da Mãe de Deus

A Casa dee Nossa Senhora, a mãe de Deus , que foi transladada para Loreto, Itália
.

quarta-feira, 26 de março de 2014

A Igreja falsificada

A Igreja falsificada

Nessa época de falsidades há-de parecer que a Igreja apostatou, quando uma igreja falsificada — denominada católica, mas que, na verdade, é uma falsa seita ecuménica de inspiração maçónica — dará a impressão de tomar o lugar da “antiga” Igreja.
Será este o aspecto mais horrível da Grande Tribulação: a aparente destruição do Catolicismo tradicional e sua ‘substituição’ pela nova “Igreja Católica” ecuménica, monstruosidade pan-religiosa e pan-cristã.
É esta a ‘Grande Apostasia’ — profetizada nas Sagradas Escrituras e no Terceiro Segredo de Fátima — que, neste momento, começa já a tomar forma e a desenvolver-se: a “Casa de Deus” está a ser profanada, violada e desconsagrada, tanto pela heresia ‘cristã’ como pela idolatria pagã. A profanação da Igreja de Deus é a grande abominação profetizada nas Sagradas Escrituras.

Palestra do Padre: Paul Kramer 


Vejamos o que esta acontecendo na  Igreja
Pe. Omar Raposo - zelo litúrgico nas alturas com estola com fotos da artista e de seu filho.

Ainda não acreditam nas Profecias de Fátima?

terça-feira, 25 de março de 2014

"Fora da Igreja nenhuma salvação"

Catecismo da Igreja Católica 

§846 Como entender esta afirmação, com freqüência repetida pelos Padres da Igreja? Formulada de maneira positiva, ela significa que toda salvação vem de Cristo-Cabeça por meio da Igreja, que é seu Corpo:

Apoiado na Sagrada Escritura e na Tradição, [o Concílio] ensina que esta Igreja peregrina é necessária para a salvação. O único mediador e caminho da salvação é Cristo, que se nos torna presente em seu Corpo, que é a Igreja. Ele, porém, inculcando com palavras expressas a necessidade da fé e do batismo, ao mesmo tempo confirmou a necessidade da Igreja, na qual os homens entram pelo Batismo, como que por uma porta. 

Por isso não podem salvar-se aqueles que, sabendo que a Igreja católica foi fundada por Deus por meio de Jesus Cristo como instituição necessária, apesar disso não quiserem nela entrar ou nela perseverar.

§847 Esta afirmação não visa àqueles que, sem culpa, desconhecem Cristo e sua Igreja:

"Aqueles, portanto, que sem culpa ignoram o Evangelho de Cristo e sua Igreja, mas buscam a Deus com coração sincero e tentam, sob o influxo da graça, cumprir por obras a sua vontade conhecida por meio do ditame da consciência podem conseguir a salvação eterna".

§848 "Deus pode, por caminhos dele conhecidos, levar à fé todos os homens que sem culpa própria ignoram o Evangelho. Pois 'sem a fé é impossível agradar-lhe' Mesmo assim, cabe à Igreja o dever e também o direito sagrado de evangelizar" todos os homens.

domingo, 23 de março de 2014

Injustiçado Padre Lúcio André Pereira ?

Desde os meus 8 anos frequento a Paróquia de São Francisco Xavier. Acompanhei desde então a passagem por ali de vários sacerdotes.  
Já há alguns anos, mais precisamente desde a chegada do então Bispo Sr. D. José Luiz Bertanha, o qual era Padre da igreja do Nosso Senhor Bom Jesus de Iguape e foi ordenado Bispo da Diocese de Registro, o êxodo se fez presente, missas em que dava para se contar nos dedos quantas pessoas estavam presentes, procissões fracas em termos de participação da comunidade. 

Nas celebrações muitas pessoas dormiam na homilia, devido a falta de uma palavra de carinho, uma palavra que tocasse fundo o seu coração, o seu espírito, uma pregação que os fizessem ficar atentos a cada palavra, ai diga se de passagem, o Sr. Bispo acertadamente, trouxe para Registro, o Padre Lúcio André Pereira, e ele com seu jeito simples, mas cativante, um padre carismático, uma pessoa amiga e sempre de braços abertos disposta a ouvir os jovens, adultos, idosos, que conduz uma celebração com fervor, em que a sua fé em nosso Senhor Jesus Cristo se faz presente no seu rosto e em suas palavras, transformou as celebrações antes monótonas, em um círculo de oração permanente, e a igreja começou a ficar tão cheia de pessoas que faltaram lugares.

Mas, o fato de ele ser muito querido, estimado por todos, começou a incomodar certas pessoas, mais precisamente o Sr. Bispo, porque o Padre Lúcio começou a ficar mais em evidência do que ele e ai começou a despertar o que conhecemos como “inveja”, um dos sete pecados capitais. 

Não demorou muito para começarem a aparecer as primeiras discussões e em uma delas, segundo chegou ao meu conhecimento, o Sr. Bispo o acusou de estar “dividindo a comunidade”. Ora pois Sr. Bispo, muito pelo contrário, o Padre Lúcio estava sim agregando, estava nos unindo em torno de nosso Senhor Jesus Cristo.

Quem estava e continua dividindo era o senhor com sua habitual “frieza”.
Mas, nós seres humanos somos passíveis de cometermos erros em nossa caminhada e infelizmente o Padre Lúcio deu ao Bispo a colheita daquilo que ele (Bispo) havia plantado: uma carta renunciando ao cargo de Pároco da Catedral, talvez num momento de sua vida em que estava muito oprimido e aflito, quando informalmente nos comunicou tal decisão.

O convencemos a desistir da ideia e ele nos ouviu e escreveu uma segunda carta pedindo que o Bispo desconsiderasse a primeira, mas, ele não quis nem saber e praticamente decretou sua saída.

O que eu gostaria que a comunidade soubesse é que nos reunimos algumas vezes no salão paroquial após as missas para vermos o que seria possível fazer, elegemos uma comissão, fizemos um abaixo assinado e a comissão foi conversar com o Bispo para tentar dissuadi-lo da ideia de tirar o Padre Lúcio.

Sugerimos a ele que o Padre ficasse como vigário, mas ele estava irredutível, porém, disse aos representantes que daria uma resposta. Fiquei aguardando a tal resposta que nunca chegou, então, fui conversar com ele.
Ao longo da conversa pedi encarecidamente por três vezes que em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo ele deixasse o Padre Lúcio como vigário da Paróquia, ele simplesmente abaixava a cabeça e não me respondia nada.


Falei a ele sobre os desejos e anseios da comunidade, mas, nada adiantou. Como se vê D. José Luiz Bertanha não costuma cumprir o que promete, toma atitudes por conta própria como um ditador. O senhor é capitalista, fica mais preocupado com o dinheiro que a igreja precisa arrecadar do que com o grande objetivo da religião católica apostólica romana, que é de evangelizar. 

Seus métodos são obsoletos e arceicos, sua diretrizes são ultrapassadas, contrárias ao que rege o Papado do Papa. Será que o senhor não se conscientizou-se ainda de que a Igreja pertence a Deus e à comunidade. Que Sacerdotes e Bispos não mandam na igreja!

Escrevi esta carta porque muitas pessoas que frequentam as celebrações me param nas ruas, vão até a minha casa e me perguntam a todo o instante qual o verdadeiro motivo da saída precoce do Padre Lúcio.
A verdade tem que ser dita, doa a quem doer, chega de se calar, de engolir a seco, pessoas públicas e que detém o poder em suas mãos, fazerem prevalecer as suas vontades e os seus desejos pessoais em detrimento da maioria dos anseios de um povo.
Os tempos são outros!


José Luiz Prévidi Barduco – Morador de Registro

Homenagem ao Padre Lúcio

Raposa no Galinheiro

O histórico do Pe. Omar Raposo, colocado como verdadeira raposa para cuidar do galinheiro por autoridade do eminentíssimo Cardeal Tempesta, é grande: da exaltação ao herege descarado Fábio de Melo às presepadas na JMJ, passando por uma “benção macumbística” no Sambódromo do Rio e outra benção irenista a um infeliz ateu defunto. Como dizíamos outrora sobre esse sacerdote pop, que também se arrisca na vida musical: “não fosse a projeção que o sacerdócio lhe dá, não cantaria nem nos piores dos botecos do Rio“.
Pois bem, desta vez, o reitor do Santuário do Cristo Redentor e Assessor de Comunicação Social da Arquidiocese do Rio de Janeiro aparece em matéria do “Ego” — local apropriadíssimo para o Pe. Raposo.

Sorridente, Regina Casé batiza o caçula ao lado do marido

Regina Casé divulgou, neste domingo, 16, fotos da festa que promoveu neste sábado, 15, para comemorar seu aniversário e fazer o batizado do caçula, Roque. Nas imagens, a apresentadora do “Esquenta” aparece sorridente com o menino no colo e ao lado do marido, Estevão Ciavatta. Os dois usaram roupas feitas especialmente para a ocasião.
A cerimônia ecumênica aconteceu ao som de cantigas e orações. O cortejo formado por centenas de amigos e parentes acompanhou as bênçãos católica, budista, judaica, evangélica e do candomblé destinadas ao pequeno. A celebração católica foi conduzida pelo padre Omar que usou as água do Rio Jordão para abençoar a criança.
Pe. Omar Raposo - zelo litúrgico nas alturas com estola com fotos da artista e de seu filho.
Pe. Omar Raposo – zelo litúrgico nas alturas com estola com fotos artista e de seu filho.

Fonte: Fratresininum

terça-feira, 18 de março de 2014

Lord I Need You -

Uma música fantástica , incomparável que devemos e podemos cantar mesmo que diariamente Ouçam


 

segunda-feira, 17 de março de 2014

NOSSA SENHORA É RETIRADA DA CANÇÃO NOVA


Caríssimos,

Salve Maria!

Em tempos de "ecumenismos", a Mãe de Deus fica do lado de fora da festa. Foi o que aconteceu na Canção Nova, essa emissora que vive das doações de  católicos que, muitas vezes, deixam de devolver o dízimo em sua Paróquia para sustentar os "grandes" empreendimentos desta empresa de evangelização.

Após Pe. Fabio de Melo atacar o culto à Virgem Maria - e mesmo assim continuar na emissora com seu programa " direção espiritual", a própria CN promove um panteon de fazer inveja aos gregos. As portas são abertas aos hereges protestantes que em clima de amizade  conferem suas palestras, orações e até mesmo um culto. Sim! Um culto protestante!

Claro que se fosse na época de Pio XII, a Canção Nova estaria excomungada, sem dúvida.

 Protestantismo sempre foi e será uma heresia, condenada pela Igreja no Concílio de Trento. Não há comunhão com os infieis, porque não pode haver aliança entre a Verdade e a Mentira, entre Deus e o demônio, entre Cristo e Lutero. Não se pode colocar o diálogo acima da Fé. Não há caridade sem Verdade. Somos chamados a dar a nossa vida pela Verdade e não compactuar com o erro, com a divisão. Nosso Senhor nos ordenou o " Ide e ensinai", não o "Ide e dialogai", sobretudo quando esse diálogo minimiza a Verdade.

Mas isso não me surpreende. É a crise da Fé, já anunciada por Fátima e La Salete; já discutida pelo Cardeal Ratzinger em seu livro " A Fé em crise?" Na canção nova não há espaço para a Verdade Católica que , no mandato do Senhor deveria ser proclamada " nos telhados". Em vez disso, os espaços são abertos aos lobos, num Xandará-lá-da-ká de línguas obscuras.

Os mártires deram a sua vida pela Fé, mas nada renegaram, não fizeram concessões, não eram ecumênicos. Nas exigência de Jesus para se entrar no céu nada há de ecumênico: " quem não comer da Carne do Filho do Homem"....."Quem não for batizado"....."Quem não junta comigo...." Assim também a Santa Virgem, em sua mensagem nada ecumênica, em Fátima.

A Canção Nova se comportou pior que os chamados " devotos escrupulosos", com suas atitudes condenadas por S. Luís de Montfort.  Retirar a imagem da Virgem para que os inimigos do Imaculado Coração não se sintam " constrangidos", é grosseiro, é leviano, pior, é sacrílego, visto que trata-se de uma imensa ofensa à Nossa Senhora. 

Quem odeia a Virgem é a descendência da serpente. Fiquemos sempre do lado das gerações que A proclamarão " Benedicta."


Dom Bento Albertin , Prior do Mosteiro Beneditino da Bolonha, escreveu:
"Imaginemos que eu vá preparar uma festa na minha casa. Porém, antes dos amigos chegarem, eu digo a minha mãe:

- Mamãe, eu lhe amo muito viu. Mas a senhora vai ficar trancada no quarto na hora da festa, vou tirar suas fotos e não vou nem falar no nome da senhora. Ah sim, desculpa, mas a senhora atrapalha, a senhora me divide dos amigos. Mas, olha, mamãe, eu gosto muito da senhora viu, não me leve a mal, ta? Depois a gente se fala, amanhã, quem sabe, depois da festa...

Pois é, alguém teria coragem de fazer isso com sua própria mãe? Não? E teria coragem de fazer isso com a MÃE DE DEUS, a quem o Senhor escolheu sobre todas as mulheres da terra, plena de graça, e nos deu por mãe aos pés da cruz? Ela, a quem os Santos Padres chamaram de “Toda-poderosa em súplica”? 
Reflitamos, amigos..."

À Canção Nova, nosso repúdio.

À Santissima Virgem Maria, nossa reparação

À Igreja Católica - fora da qual ninguem poderá se salvar - a nossa fidelidade até o fim.

Pe. Marcélo Tenorio